18 de maio é a noite. Se você tiver tempo ou apenas curiosidade, provavelmente deveria estar procurando. Ou na sua tela, pelo menos. O foguete Vega C é lançado hoje à noite na Guiana Francesa. Não é apenas mais um satélite. Este é importante para nós. Diretamente.
Aqui está o que acontece a seguir.
Os detalhes do lançamento
A missão chama-se SORRISO. Esse é um acrônimo para Solar Wind Magnetosphere Ionosphere Link * * Explorer*. Parece amigável, o que é bom. A realidade envolve física de alta velocidade e partículas carregadas gritando do sol.
O relógio começa às 23h52. EDT em 18 de maio. Ou 5h52, horário local de Kourou, no dia 19. Se você estiver rastreando isso globalmente, são 0352 GMT. A transmissão ao vivo abre em Space.com através da Agência Espacial Europeia (ESA), ou você pode ir direto para o site da ESA. Eles começam a mostrar a contagem regressiva às 23h30. EDT. Não se atrase.
Ao fazer isso, o SMILE melhorará a compreensão das tempestades solares…
Um casamento estranho
Este projeto é um esforço conjunto. A China traz o trabalho pesado. A Academia Chinesa de Ciências cuida da plataforma do satélite, das operações e de três dos instrumentos: o Ultraviolet Imager, o Light Ion Analyser e o Magnetômetro.
Chips ESA no quarto instrumento. Esse é o Soft X-ray Imager. Eles também fornecem o foguete. Além de todos os serviços de integração. A equipe planeja colaborar em operações em órbita. Funciona, aparentemente. Um veículo de lançamento europeu. Tecnologia chinesa. Uma órbita.
No escuro
Vega C é um foguete de três estágios. Se esta noite correr bem, o SMILE separa-se cerca de 56 minutos após a descolagem. A órbita inicial é circular, situada a 435 milhas (cerca de 700 km) acima de nós. Essa é apenas a sala de espera.
Nos próximos 25 dias, a espaçonave realiza 11 queimas de motor. Cada queima empurra a órbita para cima, esticando-a em uma elipse. O norte atinge 75.185 (121,0 Pólo Norte geomagnético. O sul permanece baixo, a 3,10 milhas acima do Pólo Sul. Esta inclinação captura toda a atmosfera de uma só vez.
Depois de todas essas queimaduras, ainda há trabalho a fazer. A equipe da missão verifica tudo. Instrumentos calibrados. Sistemas verdes. Só então, três meses após o lançamento, é que a verdadeira ciência começa.
Primeiras imagens, luz UV. Seguem radiografias. Três anos de vida útil total para a missão. Três anos para mapear as nuvens de tempestade das quais normalmente só ouvimos falar nas manchetes.
O que mais vamos fazer, esconder-nos debaixo das cobertas sempre que o sol espirrar? Talvez finalmente consigamos um aviso.



















