Observando as estrelas em busca de armas nucleares

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Alguém preocupado recentemente.

Há alguns anos, um satélite passou pelos cinturões de Van Allen da Terra. Rápido. A preocupação? Pode carregar uma arma nuclear.

As implicações são feias.

Uma explosão lá em cima destrói grande parte da infraestrutura espacial global. Não são apenas más notícias, são catastróficas. O Tratado do Espaço Exterior de 1967 diz que isto é proibido. Explicitamente.

Mas podemos verificar se alguém obedece?

Tecnologicamente impossível. Durante décadas, sim. Não tínhamos ferramentas para verificar ou monitorar o vazio. Continua a ser um ponto cego.

Até agora.

Tom Whipple conversa com Prof Areg Danagoulian, professor associado de Ciência e Engenharia Nuclear no MIT. Ele publicou algo novo na Nature este mês. Um conceito inteligente. Ele quer localizar dispositivos termonucleares em órbita. Para realmente vê-los.

Como? Esse é o truque.

“Não podemos apenas olhar e ter esperança. Precisamos da física para guiar a busca.”

Funciona assim: os materiais nucleares deixam rastros. Não visual. Mas mensurável. O método de Danagoulian procura assinaturas específicas desses dispositivos. É sutil, mas potencialmente decisivo.

Isso impede as corridas armamentistas? Talvez não. Isso adiciona uma camada de fricção.

O resto do episódio gira. Turno difícil.

O professor Gareth Mitchell, especialista em comunicações científicas, participa. Ele fala com crianças pequenas. Especificamente, como eles gingam. E então o futebol. Robôs jogando, vencendo.

Sim. Conexão real entre bebês desajeitados e máquinas ágeis.

Depois comida. Um novo banco de dados global sobre consumo de alimentos está sendo lançado. Ele aborda as coisas difíceis. Nossas dietas, o meio ambiente, os pontos de pressão. Perguntas urgentes sobre o que comemos e como isso prejudica o planeta.

Chega de apenas olhar para satélites.

Nós comemos. Nós jogamos. Lançamos coisas em órbita e esperamos que nada exploda.

O que nos traz de volta ao espaço. E esse tratado. Assinado há décadas. Ignorado em espírito, se não em letra? Quem sabe. Acabamos de construir uma maneira melhor de espiar no escuro.

É suficiente?

Provavelmente não. Mas tudo começa vendo o que está lá.

Ou pelo menos o que deveria estar lá.

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